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Programação

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terça-feira

22/06

15h

Pensar inclusão, equidade e interseccionalidade com Lélia Gonzalez

#A5C61F

A professora Flavia Rios nos oferece uma reflexão sobre a trajetória intelectual de Lélia Gonzalez e sua atualidade para o debate sobre relações raciais e de gênero e experiência política e econômica brasileira. Vamos falar sobre racismo, interseccionalidade e inovações alternativas aos problemas sociais e ambientais atuais agravados pelo neoliberalismo, inclusive aqueles decorrentes ou acentuados pela pandemia. Como podemos usar as contribuições de Lélia Gonzalez para promover uma visão prática e uma narrativa crítica de fortalecimento de iniciativas de justiça social?

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quinta-feira

24/06

15h

Como as empresas enfrentam o racismo estrutural?

#0E85C1

Além de responder à questão “Como as empresas enfrentam o racismo estrutural?”, vamos dialogar sobre como empresas envolvidas em casos de violência, racismo e abuso, respondem à sociedade, aos movimentos por direitos e à exclusão de importantes índices e parcerias de referência, buscando reparação e enfrentamento do racismo estrutural, além do compromisso com a equidade racial e diligência em direitos humanos. O diálogo pretende abordar os casos recentes e os esforços em curso para intensificação de ações afirmativas, compreensão das raízes e combate ao racismo, com a efetiva transformação das práticas e políticas corporativas.

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quinta-feira

24/06

17h

Desemprego entre jovens e o alerta sobre a geração perdida

#0E85C1

A pandemia causou fortes impactos no mercado de trabalho e o desemprego recorde em decorrência da recessão teve consequências devastadoras entre os mais jovens, pessoas negras e profissionais da região nordeste, segundo levantamento e dados do IBGE de 2020. Com o avanço da pandemia, a situação fica cada vez mais difícil para aqueles e aquelas com menor escolaridade, para os que não podem fazer home office, para os que estavam fora do sistema de educação e para os que não foram beneficiados por medidas de proteção ao emprego. Com a expectativa de expansão do desemprego, há forte indícios de que jovens, negros e negras terão mais dificuldades e terão seu desenvolvimento e ascensão social prejudicados. Como poderemos enfrentar as consequências graves da pandemia que aponta para um cenário futuro de restrição econômica, desemprego, desesperança e de possível descrença na educação como motor para mobilidade social?

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quinta-feira

27/05

15h

Abertura

#EF2252

Tecer um debate sobre a explosão da pandemia no Brasil, com seus aspectos de desvalorização da vida, e os reflexos sociais, políticos e culturais, considerando que em diferentes momentos o Brasil, com seu modelo de governança que minimizou a gravidade da pandemia e a importância da campanha universal de vacinação, foi identificado como uma ameaça global. O diálogo irá abordar temas como pandemia e desigualdades, extrema pobreza, precarização, privatização e patentes de vacinas e irá demonstrar como a justiça social deveria transcender toda e qualquer questão, das ciências à política pública.

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quinta-feira

27/05

16h40

História das desigualdades: fatores que tornam o mundo mais desigual

#EF2252

Walter Scheidel, historiador da Universidade Stanford, comenta seu livro “Violência e a história da desigualdade: Da Idade da Pedra ao século XXI” e a conclusão de seus estudos, que demonstram que as propostas econômicas para reduzir a desigualdade não estão surtindo efeito. No diálogo Scheidel analisa que o desequilíbrio econômico e social só tende a aumentar, sobretudo com a pandemia e as mudanças climáticas.

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quinta-feira

27/05

17h

Como não resistir sozinhos?

#EF2252

Diálogo sobre a experiência da hostilidade e violência contra os povos indígenas e negros no Brasil. Observando, sobretudo, o contexto de pandemia, em que retiradas de garantias e de direitos, criminalização dos movimentos sociais e o avanço da extrema pobreza e desigualdades tornam-se ferramentas importantes para o controle da capacidade dos corpos negros e indígenas de resistir, se organizar e se expressar. Como não sucumbir? E, como não resistir sozinhos?

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terça-feira

01/06

15h

Pandemia e retrocessos globais na agenda de equidade de gênero

#FF8500

Muitos países estão avançando lentamente ou mesmo retrocedendo nas principais questões de gênero. Em decorrência da pandemia as mulheres enfrentam desafios crescentes no mercado de trabalho, no cuidado, na saúde e segurança, tendo seu bem estrar pressionado, bem como a disparidade salarial e a mobilidade social com impacto nas gerações futuras. É crucial o diálogo sobre a lacuna de gênero nas estratégias de recuperação. Quanto mais rápido as políticas públicas e os líderes empresariais agirem para promover melhorias para as mulheres na sociedade, no mercado de trabalho e na economia, em consonância com as necessidades de recuperação da economia, maiores serão os benefícios para a igualdade de gênero e para o crescimento econômico. O que é crucial debatermos e criarmos para atenuar o impacto da pandemia no futuro das mulheres e meninas e para garantir maior progresso na igualdade de gênero?

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quinta-feira

03/06

16h30

O desamparo e a vulnerabilidade das mulheres e meninas na pandemia

#A5C61F

Um diálogo entre a antropóloga Debora Diniz e a Advogada Silvia Souza sobre as correlações entre a gravidade de duas recentes emergências sanitárias no Brasil, a Zika e a Covid-19, e seus efeitos sobre a vida e os meios de subsistência de mulheres e meninas no Brasil. Como as mulheres e meninas experimentam o desemparo e a vulnerabilidade? Que mecanismos coletivos de amparo são criados e se tornam exemplos e alternativas de fuga de uma ordem política de desamparo?

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quinta-feira

03/06

17h30

Um coletivo que ajuda mudar uma empresa – caso AfroGooglers

#A5C61F

Uma exposição rápida sobre como surgiu e como funciona a iniciativa AfroGooglers, que inspira e mobiliza pessoas e uma empresa para a diversidade racial.

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terça-feira

08/06

15h

Recuperação econômica - um desafio para a África

#0E85C1

O objetivo é apresentar uma reflexão sobre a paralização e crise econômica aprofundada pela pandemia e seus efeitos em longo prazo em África. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a crise econômica pode elevar o número de pessoas em pobreza extrema e insegurança nutricional até 2030, sobretudo mulheres e meninas, em países em desenvolvimento e em vulnerabilidade financeira, impedindo uma recuperação completa da trajetória de crescimento. A pandemia é um ponto de inflexão, evidenciou inclusive os limites da cooperação global e a urgência de uma transformação sistêmica no que toca as desigualdades, entre e dentro dos países, e a crise climática. Como a África sente o impacto para o financiamento do desenvolvimento e da industrialização? Como se prepara para uma recuperação e para os desafios da emergência climática? E, qual a análise do especialista quanto ao impacto da pandemia na cooperação e na estrutura internacional?

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terça-feira

08/06

20h

Como uma sociedade decide acabar com a fome?

#0E85C1

Diálogo sobre o retrocesso do aumento da fome e insegurança alimentar no Brasil e o recuo de políticas que enfrentam os fatores da extrema pobreza nos últimos anos, que se agravaram com a pandemia. Como enfrentar a fome sem importantes espaços de participação popular? O que pode ser feito para mudar essa tendência de aumento da insegurança alimentar e fome no Brasil no curto prazo e para garantir a meta de erradicação em 2030? Quais são os setores e iniciativas mais importante no Brasil para garantia da segurança alimentar e acesso ao alimento?

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quinta-feira

10/06

15h

Crise humanitária e o papel da economia em discussão

#910082

O objetivo é promover um diálogo sobre a crise humanitária no Brasil e o avanço da extrema pobreza, o populismo e o atraso do desenvolvimento sustentável. O diálogo irá abordar as dificuldades que o Brasil enfrenta para controlar a pandemia e seu reflexo social perverso. Além disso, os convidades irão refletir sobre as dificuldades que o país enfrentará na recuperação pós pandemia, com a falta de abertura quanto a importantes acordos comerciais; a desindustrialização; e, a respeito de uma economia e indústria pouco preparada para a transição energética e descarbonização. Existe clareza sobre qual papel o Brasil quer ocupar no arranjo internacional pós Covid? E, sobre o desafio econômico e político com foço nas desigualdades, pobreza e atraso ambiental? Como o Brasil poderia tirar proveito para seu desenvolvimento sustentável, a partir de oportunidades em um novo arranjo cooperativo internacional?