15h

14/10

Vozes da Moda – Agreste 2030: As condições de vida e trabalho das Mulheres Costureiras e Artesãs no Pólo de Confecção no Agreste de Pernambuco

#0E85C1
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Palestrantes

Adriana Cassimiro

trabalhadora de Caruaru

Érika Thawany

trabalhadora de Santa Cruz do Capibaribe

Juliana Gouveia

secretária da SPM de Caruaru

Milene Prado

economista e técnica do DIEESE

Scarlett Rodrigues

coordenadora de projetos de Direitos Humanos do Instituto Ethos

Em sua duração, o Projeto Vozes da Moda buscou a construção de ações coletivas para a melhoria das condições de trabalho e potencialização do desenvolvimento socioeconômico do setor têxtil no agreste de Pernambuco. Para isso, estabeleceu a promoção de diálogo entre diversos setores da sociedade local, na fomentação da construção de um diálogo aberto dentro das demandas da região se juntaram empresários, poder público, trabalhadores e trabalhadoras, dirigentes sindicais e membros da sociedade civil na realização de um Fórum visando a identificação de demandas e construção de um plano coletivo de ação.

Nesse sentido, este painel busca analisar as políticas públicas de emprego, trabalho e renda, com um olhar mais direcionado para a questão de gênero, desenvolvidas no Pólo de Confecção do Agreste de Pernambuco, em especial nos municípios de Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru sob a percepção de mulheres engajadas no compromisso diário do trabalho.

Estas regiões se constituem com base no trabalho informal, precário e a princípio sem a intervenção do Estado. A atividade da “sulanca”, que surgiu na década de 1950, na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, formando um aglomerado produtivo, hoje passou à denominação de Pólo de Confecção do Agreste de Pernambuco, sendo responsável por uma das maiores movimentações econômicas do Estado. A produção e comercialização de itens de confecção tem se constituído na principal atividade da região do Agreste, gerando fluxos migratórios de pessoas de outras localidades em busca de oportunidades de trabalho. Um misto de dinamismo econômico associado ao trabalho informal e precário constitui um desafio para o poder público, no sentido de pensar políticas públicas de Emprego, Trabalho e Renda que atuem na perspectiva de superar tal condição precária, neste caso com particular destaque para as mulheres. O painel trata das possibilidades ensejadas por tais políticas e como os agentes envolvidos no processo podem atuar conjuntamente para a melhoria dessas condições.

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