Programação

 

Semana 6 - Dia 06 de agosto

15h 
Abertura - Pandemia no Brasil: a reparação de danos coletivos e as responsabilidades pelas mortes evitáveis

O objetivo do painel é dialogar sobre o Alerta da Sociedade Civil sobre as mortes evitáveis pela Covid-19, destacando a importância da ampliação do debate sobre a responsabilidade civil do Estado, a demanda indenizatória e a reparação de danos coletivos face à tragédia no Brasil. Próximo aos 100 mil mortos, o país desperdiçou a oportunidade de se tornar um exemplo mundial, sobretudo entre o bloco dos países em desenvolvimento no enfrentamento à pandemia. Colocar esse tema em debate é uma oportunidade para ampliar as reflexões sobre as políticas de austeridade que tiraram bilhões da saúde e da educação e das gravíssimas implicações das desigualdades que expõem os contingentes mais pobres da população e os subgrupos, menos representados nos espaços políticos de decisão e econômico de produção, ao risco de morte.

16h10
Eleições limpas e seguras - como a pandemia pressiona o processo eleitoral em 2020?

Palestrantes:

Fábio Bechara 

 Luciano Santos

Moderação:

Paula Oda

O objetivo do painel é dialogar sobre os desafios que pressionam o processo eleitoral em 2020, dado o contexto da pandemia, bem como reforçar os meios que promovem eleições livres e limpas, expressão de uma democracia madura, segura e legítima.

17h20
Estórias e sabedoria - um diálogo com Dona Cici

Essa é uma oportunidade única para sentarmos e ouvirmos estórias de Dona Cicí, que, aos 80 anos, não cansa de ensinar e encantar. Cicí trabalhou por muitos anos com o etnólogo Pierre Fatumbi Verger no processo de catalogação e legendagem de 11 mil fotografias.

Hoje é uma das maiores contadoras de estórias da cultura afro-brasileira. Nesse momento, por meio de estórias, mitos e lendas, Cicí abordará temas como tolerância, racismo, o cuidado com a tradição e os aprendizados para um presente em que a pandemia, angustias e desigualdades assolam as pessoas.

18h30
Fogo na Amazônia: iniciativas indígenas no manejo e no combate às queimadas

Oferecida pela Conferência Brasileira de Mudança do Clima, essa atividade apresentará um diálogo sobre as iniciativas indígenas de enfretamento às queimadas, que com as brigadas indígenas, espalhadas por mais de 34 terras indígenas, representam uma das principais frentes de combate aos incêndios florestais, que aumentam a cada ano devido ao desmatamento, as mudanças climáticas e ao próprio contexto político que favorece invasões de terras e o avanço do garimpo.

Na Amazônia Legal a destruição de cerca de 435 mil hectares por incêndios criminosos em 2019 colocou o Brasil no centro de uma crise política internacional. São as terras indígenas que, ameaçadas por invasores e pelo garimpo, apresentaram um aumento nos alertas de desmatamento e, por isso o cuidado com a floresta e o conhecimento profundo sobre seu próprio território faz com que as iniciativas indígenas se destaquem na prevenção e combate aos incêndios florestais.

 

Painéis já exibidos

Você pode assistir as gravação dos painéis que já passaram no canal do Instituto Ethos! 

Semana 1 - Dia 02 de julho

15h
Abertura -
Um mundo transformado

Participantes:

Caio Magri

Rosana Pinheiro

Thiago Amparo 

 

Apresentação e moderação:

Scarlett Rodrigues

Diálogo sobre como a pandemia global e a paralisação das economias transformou o mundo e as operações do mercado global, retraindo os PIBs e deixando marcas nas sociedades, afetando, sobretudo, o bloco emergente e os países da América Latina. Temos uma grande preocupação sobre como a estrutura social brasileira é afetada pelo choque pandêmico e suas assimetrias, desigualdades sociais e regionais. Como nos preparamos para superar a crise?

16h
Cisnes Verdes e o Capitalismo Regenerativo

O especialista britânico em responsabilidade social, John Elkington, falará sobre seu novo livro, “Green Swans: The Coming Boom in Regenerative Capitalism”, lançado em 2020, e sobre as novas formas de capitalismo que moldam o século XXI.

17h10
A pior Crise da História,
o que isso significa?

Participante: 

Rosa Maria Marques

Moderação:

Paulo Adriano Guedes de Oliveira

Diálogo com economistas sobre os principais danos da retração econômica prevista pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para os países da América Latina e para o bloco de países emergentes. Precisamos entender como o Brasil, pelo viés da política econômica, busca a mitigação desse cenário e quais são os alertas importantes para o setor privado e para a sociedade.

18h20
O maior desafio da nossa geração e o papel das lideranças empresariais

Os compromissos expostos na Carta Aberta às Lideranças Empresariais, iniciativa do Capitalismo Consciente Brasil, Instituto Ethos, Plataforma Liderança com Valores, Sistema B Brasil, Gife e Akatu foram adotados por mais de 600 lideranças empresariais. O momento exige ação pública e união de esforços para solucionar a crise sanitária, salvar vidas e recuperar a economia. Democracia, redução das desigualdades e práticas para o desenvolvimento sustentável são fundamentais para o futuro.

19h30
Saberes, ciência, ética e a grandeza das florestas

O diálogo destacará como o futuro das florestas está implicado no debate sobre desenvolvimento, uso do território, combate ao tráfico de espécies, e sobre como fazer ciência e como promover o direito e o modo de vida dos povos originários. Globalmente, as regiões mais pobres também são as regiões cujas florestas são as mais exploradas ilegalmente, com grave violação dos direitos humanos e de suas populações, como no Brasil, no Congo e no sudeste Asiático. Por que não pensamos em um modelo de desenvolvimento próprio para as florestas? Esse diálogo nos ajuda a promover os caminhos para mudar a realidade do desmatamento.

Semana 2 - Dia 09 de julho

15h 
O avanço do debate sobre renda básica e a guinada do bem-estar 

Diálogo sobre a ampliação do debate sobre a renda básica universal e os mecanismos para torná-la parte central dos pacotes de estímulo fiscal que os países estão planejando como resposta ao choque da pandemia. Como defender a implantação da renda mínima e seus efeitos para o bem-estar e para o mercado? Concentrar o debate público na renda mínima pode implicar em alterar os investimentos históricos no rentismo e na austeridade. De que forma implementar esse mecanismo de enfrentamento à pobreza?

16h20
A pior crise da história, o que isso significa?

Diálogo com economistas sobre os principais danos da retração econômica prevista pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para os países da América Latina e para o bloco de países emergentes. Precisamos entender como o Brasil, pelo viés da política econômica, busca a mitigação desse cenário e quais são os alertas importantes para o setor privado e para a sociedade.

17h10
Não demitir - um compromisso e um desafio

Como a pandemia de um lado provoca mudanças no debate econômico e de outro alterna a ênfase dada ao mercado, viabilizando a lógica do resgate de pessoas e ressignificando o valor do trabalho? O debate sobre a necessidade da eficiência das redes de proteção social e de políticas de emprego estão ganhando cada vez mais projeção. No pós pandemia o mundo será mais desigual e o setor privado poderá reafirmar a responsabilidade social e buscar alternativas para a garantia dos empregos.

18h20
Desinformação - custos para as empresas e para a sociedade

Palestrantes:

Bia Barbosa

Alexis Wichowski

Cristina Tardáguila

Moderação:

Paula Oda

Diálogo sobre um dos desafios globais da nossa época, a desinformação ou fake news. Como funcionam as notícias falsas nas mídias sociais, os disparos em massa e o contexto e meios de suas confecções? Durante a pandemia, a OMS enfatizou que sofremos também de um outro tipo de surto, a infodemia. Como nos preparamos para limitar a indústria de notícias falsas e os prejuízos que ela causa para a economia e para a reputação das empresas?

19h30
Direitos Humanos e o legado dos movimentos negros

É urgente operar uma mudança radical na forma como as sociedades lidam com a questão racial. A criminalização, o desemprego, o encarceramento em massa e a morte de jovens negrxs atingem marcas assustadoras. Os crimes de ódio crescem em paralelo ao avanço das agendas da ultradireita e da ofensiva contra a democracia. Isso muda a dimensão de mobilização do movimento negro? A pandemia também expõe ainda mais as desigualdades que assolam o bem-estar dxs negrxs. Como envolver setores da sociedade para transformar essa trajetória na direção da equidade e da justiça social?

Semana 3 - Dia 16 de julho

15h 
 Conversa com Vanessa Nakate - mudanças climáticas e o futuro da África

Conversaremos com a ativista de Uganda, Vanessa Nakate, que luta para chamar a atenção da comunidade global para os efeitos da mudança climática e do desmatamento e sua pressão sobre a vida selvagem e das comunidades, nos continentes e nos países africanos.

16h20
Ciência - sairemos da pandemia com uma ciência reforçada?    

Diálogo sobre o desafio imposto à ciência brasileira pelo avanço da pandemia, que reforçou a importância de uma comunidade científica bem preparada, com infraestrutura adequada para as investigações e laboratórios e inserida numa rede internacional de cooperação. Essa realidade será capaz de induzir mudanças nas instituições e no fomento à pesquisa no Brasil?

17h30
O vetor diversidade na superação de crises 

Vamos dialogar com empresas reconhecidas no Guia Exame de Diversidade 2020 sobre os avanços e medidas que têm tomado para a promoção da diversidade e inclusão. Durante o diálogo, as empresas terão a oportunidade de apresentar suas ações de diversidade e comentar os principais resultados dessa edição, além de abordar o quanto, em sua percepção, os vetores diversidade e inclusão constituem estratégias para gestão e superação de crises.

18h20
Mudanças climáticas e a questão racial  

Reflexão sobre as convergências, correlações e contribuições entre o movimento climático e o movimento antirracista. O diálogo abordará como a violência estrutural forma um dos aspectos da crise climática e como a crise climática dá consistência às desigualdades e vulnerabilidade de comunidades, que, apesar de menos contribuírem para o aquecimento global e mudanças do clima, tornam-se as mais vulneráveis, como a própria pandemia e outros desastres têm demonstrado. O painel também destacará conceitos importantes como apartheid climático, gentrificação climática e refugiados climáticos.

19h30
O avanço do debate sobre renda básica e a guinada do bem-estar

Diálogo sobre a ampliação do debate sobre a renda básica universal e os mecanismos para torná-la parte central dos pacotes de estímulo fiscal que os países estão planejando como resposta ao choque da pandemia. Como defender a implantação da renda mínima e seus efeitos para o bem-estar e para o mercado? Concentrar o debate público na renda mínima pode implicar em alterar os investimentos históricos no rentismo e na austeridade. De que forma implementar esse mecanismo de enfrentamento à pobreza?

Semana 4 - Dia 23 de julho

15h 
Mudanças climáticas e a questão racial

Reflexão sobre as convergências, correlações e contribuições entre o movimento climático e o movimento antirracista. O diálogo abordará como a violência estrutural forma um dos aspectos da crise climática e como a crise climática dá consistência às desigualdades e vulnerabilidade de comunidades, que, apesar de menos contribuírem para o aquecimento global e mudanças do clima, tornam-se as mais vulneráveis, como a própria pandemia e outros desastres têm demonstrado. O painel também destacará conceitos importantes como apartheid climático, gentrificação climática e refugiados climáticos.

17h20
Recuperação verde e desenvolvimento regional: os desafios para superar as desigualdades, a pobreza e a mudança climática na América Latina

Vamos dialogar sobre as viabilizações de novos modelos de recuperação para as economias da América Latina e sobre as condições mobilizadoras das lideranças políticas, do setor privado e lideranças sociais para um debate cooperativo e que tenha como alvo o amadurecimento das democracias, do bem-estar comum e do desenvolvimento sustentável regional.  A experiência da pandemia freou o pequeno crescimento do bloco da América Latina da última década, configurando a maior contração do PIB regional desde a década de 1930. Os Estados precisam investir na recuperação econômica e cumprir um papel importante diante da ameaça da pobreza. Impõe-se um debate urgente: o resgate do Estado priorizará os velhos paradigmas de desigualdade social e a velha economia predatória dos recursos naturais? Ou focará em estratégias de transformação socioecológica que olhem para o enfrentamento de questões estruturais e promovam o desenvolvimento sustentável regional?

18h20
Sistema de Integridade - como as compras emergenciais descentralizadas enfatizam sua fragilidade?

O objetivo do painel é abordar as fragilidades do atual Sistema de Integridade Brasileiro. Durante o enfrentamento da pandemia, desde fevereiro, a flexibilização das regras de contratações, viabilizada pela Lei 139791/2020, para dar agilidade a resposta da administração pública à contenção da pandemia e seu impacto no sistema de saúde pública, por meio de compras sem licitações ou mesmo por meio de pregões, implicou em importantes riscos. É muito importante manter o debate crítico sobre o Sistema de Integridade Brasileiro e sua correlação com os avanços e fortalecimento da qualidade da democracia e da transparência na administração pública.

19h30
 O paradoxo diversidade-inovação e a representatividade de negros e negras na ciência e tecnologia

O objetivo do painel é promover o diálogo sobre os desafios que os cientistas negros enfrentam e a importância da sociedade civil, empresas e instituições científicas apoiarem a retenção e a produção científica de negros e negras, nos centros de pesquisas públicos e privados. Pesquisadores da Universidade de Stanford, concluíram, ao analisar 1,2 milhão de teses de doutorado, de 1977 a 2015, que o mundo científico norte-americano compartilhava de uma contradição conhecida no universo corporativo, o paradoxo diversidade-inovação. Grupos sub-representados garantem mais pluralidade e capacidade inovadora, mas se beneficiam pouco das inovações que produzem e do mesmo sucesso nas carreiras dos grupos majoritários como homens brancos. Nesse âmbito, existem avanços no Brasil? Hoje, no Brasil, existe preocupação das instituições em debater formas de enfrentar essa contradição e ampliar a representatividade de negros e negras nas ciências e tecnologia?

Semana 5 - Dia 30 de julho

15h 
Recuperação verde e desenvolvimento regional – os desafios para superar as desigualdades, a pobreza e a mudança climática na América Latina

Dessa vez, vamos dialogar com organizações empresariais especializadas em responsabilidade social da América Latina sobre as viabilizações de novos modelos de recuperação para as economias da região e sobre as condições mobilizadoras das lideranças políticas, do setor privado e lideranças sociais para um debate cooperativo e que tenha como alvo o amadurecimento das democracias, do bem-estar comum e do desenvolvimento sustentável regional. A experiência da pandemia freou o pequeno crescimento do bloco da América Latina da última década, configurando a maior contração do PIB regional desde a década de 1930. Os Estados precisam investir na recuperação econômica e cumprir um papel importante diante da ameaça da pobreza. Impõe-se um debate urgente: o resgate do Estado priorizará os velhos paradigmas de desigualdade social e a velha economia predatória dos recursos naturais? Ou focará em estratégias de transformação socioecológica que olhem para o enfrentamento de questões estruturais e promovam o desenvolvimento sustentável regional?

17h20
As vantagens de rever o modelo de contratação pública e sua transparência

O objetivo do painel é aprofundar a reflexão e o exercício comparativo entre diferentes modelos de compras públicas, como o descentralizado e o centralizado, seus impactos econômicos e como afetam os instrumentos de controle e transparência, tensionando as competências e os mecanismos de combate à corrupção. Tendo o contexto da pandemia como referência, o que ainda precisamos aprender para sofisticar a prevenção à corrupção e a transparência? Como os estados excepcionais de emergência se configuram como uma realidade que sensibiliza ainda mais o sistema de integridade nacional?

18h30
Petrobras oferece: o papel das empresas durante a pandemia - integração em responsabilidade social empresarial, direitos humanos e inovação

Com base nos exemplos de mobilização do setor privado e no lançamento do Guia de Recomendações na perspectiva da responsabilidade social em contexto de pandemia, o objetivo do diálogo é abordar como a tomada de decisão das empresas para a construção de respostas rápidas para a minimização dos impactos negativos, desafiam os mecanismos, as políticas, a produção e os processos das empresas. Como as empresas podem fortalecer os vínculos com a responsabilidade social e com a agenda do desenvolvimento sustentável? O painel abordará a experiência de uma grande empresa brasileira do setor de óleo e gás e do Sebrae para dialogar sobre o fortalecimento dos pequenos e médios negócios.

19h30
A retroalimentação da desinformação e como ela nos desvia de problemas importantes

Nesse painel vamos conversar sobre as correlações entre o choque pandêmico e a fragilidade das democracias. Em diferentes países, observa-se o avanço de ataques abertos às instituições democráticas, à liberdade, às fiscalizações e controles sociais que restam, intimidando a sociedade civil, a produção científica e a mídia. Ainda precisamos entender como essa fragilização das democracias impactará a recuperação das economias e o avanço dos modelos de justiça social e ambiental no pós-pandemia.

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O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público cuja missão é mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade justa e sustentável.

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